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minha adolescente é um produto para exportação

Minha adolescente, um produto para exportação

Na rua, ela é ótima! Fofa, educada, sorridente, solícita. Brinca com crianças menores, encanta idosos, conversa educada e pacientemente com os pais dos amigos. Em casa, não tolera nada. Acha a irmã infantil, o irmão mimado, a mãe injusta, o pai apaziguador demais. Briga com o porteiro, com a passadeira, com o zelador, com a própria sombra. Sou adulta. Sei todas as causas. A adolescência é uma fase turbulenta e cheia de descobertas e desafios para os jovens. Há mudanças biológicas, cognitivas e sociais, onde o foco é a busca por independência e identidade. Agradar os pais não está na lista de prioridades. Pelo menos, não da minha adolescente.

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a cidade que produziu 11 atletas olímpicos

Lições de Norwich, a cidade que produziu 11 atletas olímpicos

Americanos adoram títulos e recordes. Eles se gabam de morar na cidade com maior quantidade de árvores, de piscinas, de escolas, de igrejas. Eles brigam para ser o estado do país que mais colhe batatas, vende carros, promove corridas de rua. Na maioria das vezes, os títulos são bobos e apenas nos divertem pelo absurdo da estatística. Outras tantas, eles atraem nossa curiosidade e, até, nossa vontade de reproduzir o feito. Foi o que aconteceu quando li uma reportagem no jornal americano The New York Times. O texto, publicado na semana passada, fala o que nós, pais, podemos aprender com uma cidade que produziu 11 atletas olímpicos nas últimas décadas. Wow! Onze atletas olímpicos na mesma cidade é algo realmente impressionante.

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cigarro eletrônico

Cigarro eletrônico: a nova onda entre os adolescentes

O cigarro eletrônico, aquele que parece uma caneta e faz com que o fumante libere um montão de fumaça a cada tragada, não é novo. De uns sete anos para cá, muitos fumantes de longa data adotaram o brinquedo na tentativa de largar o vício ou reduzir o consumo do cigarro comum. O que é novidade agora é que esse vaporizador, como também é conhecido, caiu na graça da turma que nunca experimentou um cigarro de verdade, os pré-adolescentes e adolescentes.

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desejo de ser independente

O desejo de ser independente e a adolescência

A adolescência da Lara chegou com força total. Mau humor, fone no ouvido, desejo de ser independente, braveza e infantilidade. Tudo ao mesmo tempo, junto e misturado. E, o carnaval chegou com dois episódios que deixaram claro o quanto essa fase pode ser dura para os pais, mas duríssima para a adolescente. Cheia de dúvidas, medos, inseguranças e um mundo de decisões a tomar.

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violência entre casais adolescentes

Violência entre casais adolescentes. Sim, existe!

Violência contra a mulher não deve ser aceita ou ignorada jamais. É chocante, é horrível e é inaceitável. Mais chocante ainda é saber que ela não ocorre apenas com adultos, em relacionamentos longos e desgastados. A violência está presente também em namoros de adolescentes. Nos Estados Unidos, fevereiro é o mês da Conscientização e Prevenção da Violência entre Casais Adolescentes. Lá, as estatísticas mostram que 1 em cada 10 adolescentes já foi maltratada pelo paquera/namorado. Isso mostra o quanto a violência entre casais adolescentes é comum  e como o assunto merece nossa atenção.

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como incentivar o esporte na pré-adolescência

Como incentivar o esporte na pré-adolescência

Basta trocar o semestre que a turma aqui em casa quer trocar as atividades extracurriculares. Quem faz natação quer tênis, quem faz judô quer atletismo, quem faz tênis quer futebol. E lá vai a mãe ensandecida tentar conciliar agendas, vontades e orçamentos. É enlouquecedor. Na teoria, sei que experimentar faz bem. Uma criança de 9 anos não precisa – nem deve – escolher um esporte e praticá-lo o resto da vida. Crianças querem conhecer outras modalidades, querem testar suas capacidades, querem praticar o esporte que estiver em evidência e, claro, querem estar com os amigos durante as atividades. Isto posto, é do óbvio que, ao longo da infância, elas vão passar por este troca-troca diversas vezes. Até aí, tudo certo – faz parte do jogo e acontece na maioria das casas. Nos Estados Unidos, por exemplo, onde cerca de 20 milhões de crianças se matriculam em algum esporte de competição todos os anos, 70% delas abandonam a atividade antes de chegar à adolescência. As causas variam, mas há um fator predominante: elas simplesmente perdem o interesse. A excitação de estrear a saia plissada para a aula de tênis ou o quimono novo passa num piscar de olhos.

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carta para a adolescência

Uma carta para a adolescência (e para a vida)

Outro dia minha filha convidou umas amigas para um passeio e depois uma pizza. Os pais deixaram as meninas na minha casa e as buscaram no restaurante. Não teve confusão. Não teve bagunça. Não teve atrito entre elas. Mas teve falta de educação. Com exceção àquelas que frequentam minha casa há mais tempo, a maioria das meninas chegou sem cumprimentar, jantou sem agradecer e partiu sem se despedir. Quando comentei com minha filha que aquele comportamento era inaceitável, ela disse: ‘mãe, cumprimentar, agradecer, despedir, é coisa do seu tempo’.

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quando você vira mãe velha na festa

Quando você vira mãe velha na festa

Você sonha em ter filhos amigos. Você planeja tê-los por perto sempre, conversando, confidenciando, trocando segredos. Quando ainda são pequenos, eles também sentem o mesmo. Querem você perto, de corpo e alma. Eles querem você no banho, na mesa, na hora de dormir. Eles brigam com os irmãos para sentar ao seu lado no cinema, para segurar sua mão na rua, para ficar na cadeira mais perto da sua no avião. Eles querem seu colo. Seu ombro. Seus ouvidos. Se desse, eles talvez quisessem voltar para dentro de você. E você curte, se estressa, mas curte. Até chegar o dia no qual você se dá conta que virou “mãe velha na festa”.

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