Comportamento

como controlar um adolescente no celular

O desafio de controlar um adolescente no celular

Vivo às turras com minhas filhas para afastá-las do celular ou, ao menos, reduzir o tempo em que passam grudadas no aparelho. Perco a maioria das batalhas, embora tenha ótimos argumentos e respaldo científico. O fascínio que o Instagram e YouTube tem sobre elas é imbatível. Mas eu não desisto. Limito o número de horas, proibido o uso durante as refeições, não permito dormir com o aparelho no quarto e coloco o bloqueio automático em alguns aplicativos após um certo tempo. Ainda assim, reconheço que elas driblam as regras e perdem muito tempo e energia com bobagens. O resultado disso são adolescentes cansadas, irritadas e entediadas. Sim, profundamente entediadas. Como mãe, minha obrigação é estabelecer regras e restringir tempo no celular. Chato. Muito chato. Mas sigo na chatice com a certeza de estar fazendo a coisa certa. (E antes que alguém diga que estou demonizando o celular, quero deixar claro que tenho as mesmas restrições para meu filho de 9 anos e seu PlayStation.)

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postar ou não postar sem consultar?

Postar ou não postar antes da filha adolescente aprovar?

Toda vez que tiro uma foto da minha filha mais velha, ela tampa o rosto e vira de costas. Ou, simplesmente, me dá aquela revirada de olho e solta: ‘não poste’. Eu só queria o registro daquele momento. Mas minha graça acaba aí. Em julho, ela viajou com uma amiga durante uma semana. Ficaram sem sinal, sem internet e sem comunicação. Um dia, a mãe da amiga foi à cidade mais perto e, muito generosa, me mandou notícias e uma foto da Lara deitada em uma pedra. Estava linda! Não resisti. Postei.

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quando você fala para sua filha: desligue o celular?

Você pede para sua filha desligar o celular?

A presença do smartphone é o suficiente para reduzir a capacidade cognitiva disponível no momento. Ou seja, o telefone consome recursos que poderiam ser usados para se concentrar, manter atenção, fixar a leitura. Esta é a conclusão de um estudo publicado em um dos periódicos da Universidade de Chicago. Dirigir e usar o celular simultaneamente […]

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espiar ou não espiar a vida de nossas filhas

Espiar ou não espiar a filha? Eis a questão!

Toda mãe vive o mesmo drama: espiar ou não espiar a vida da filha? Abrir as gavetas? Mexer na mochila? Dar uma voltinha no celular? Com toda a autonomia e arrogância típica dos 14 anos, as meninas querem privacidade. E, nós ficamos como? Bem, por um lado, nós achamos que elas merecem e nos sentimos mal quando damos aquela olhadinha básica no particular alheio. Por outro…

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grande decisão

A primeira grande decisão de uma adolescente

Lara, 14 anos, frequentou a mesma escola desde bebê. Passou por diversos professores, secretárias, auxiliares. Teve muitas festas, muitas alegrias, muitos amigos. Foi feliz… até o começo deste ano, quando deixou de se identificar com o colégio, com as pessoas, com o ambiente. E, pediu para sair. Combinamos que ela terminaria o ano lá e […]

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Adolescência: fase quando tudo é um tédio!

Visitar minha família em Belo Horizonte sempre foi divertido para as crianças. Avós, tios, amigos, filhos de amigos e, mais recentemente, primos. Eles contavam os dias para estas viagens, para os pães de queijo, para as ladeiras e o Mercado Central. Tédio não existia.

Há pouco tempo, no entanto, alguém me disse: ‘Aproveite enquanto elas ainda curtem essa viagem’. Não dei ouvidos. Ingenuamente, imaginei que a curtição fosse durar para sempre. Que estar em Belo Horizonte fosse como estar em casa. Que não existe a possibilidade de se cansar de pão de queijo. Que mi casa, su casa.

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nem toda grosseria é bullying

Nem toda grosseria é bullying

Há algum tempo, o termo bullying entrou na moda e virou diagnóstico para toda falta de educação, de cortesia e de gentileza. Uma canseira! O fato é que nem toda grosseria é bullying. Nem toda imaturidade é bullying. Nem toda atitude insensível é bullying. Bullying, um comportamento indesejado e agressivo, que se repete e tem um desequilíbrio de poder, é outra coisa. E, é grave, perigoso e exige atenção.

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adolescente vegetariano

Mais um pepino para descascar: adolescente vegetariano

Conforme previsto no manual da adolescência, andamos mais uma casa na lista dos modismos – só não sei se para frente ou para trás. Lara, 13 anos, é oficialmente vegetariana. Por hoje. E, eu ganhei mais uma função. Mas, está tudo certo. Optei por apoiar as causas escolhidas e, assim, minimizar conflitos. O curioso é que o desafio, que essa escolha impõe, parece estar mais pesado para mim do que para ela, que até agora só precisou abrir mão de um pedaço de carne.

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Instagram did not return a 200.

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