Author @ Vida de Menina

Mineira de Belo Horizonte, jornalista, mãe de duas meninas de 12 e 15 e um menino de 9 anos. Criadora e editora do blog Vida de Menina.

Falo palavrão, sim!

Em um jantar com amigos, soltei uns dois palavrões ao contar um caso e fui pontualmente reprimida pela minha filha mais velha. “Mãe, menos!” Concordei com ela. Para quê tanto palavrão? Para reforçar uma ideia? Para mostrar entusiasmo? Para dar mais ênfase a uma fala?

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A primeira balada de uma adolescente

Então chegou o dia da primeira balada noturna da minha filha adolescente. Foi ontem. Ela passou o dia na expectativa. Passou o dia agarrada no Whattsapp com as amigas. Fez as unhas. Experimentou todas as roupas do guarda-roupa. Escolheu uma. Mandou WhatsApp para as amigas. Trocou de roupa 9 vezes.

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Antes tarde do que nunca

Quando o pediatra catalão Carlos González esteve no Brasil, para o lançamento do seu livro ‘Meu filho não come’ (Editora Timo), eu achei um pouco exagerado o espaço que ele conseguiu na mídia, justamente por ele defender teorias que para mim sempre foram óbvias, naturais e inquestionáveis Não se deve obrigar um filho a comer. […]

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elogiar não basta

Elogiar não basta

Já faz tempo que as pesquisas mostram que elogiar uma criança por ser inteligente pode ser um tiro no pé: ela passa a valorizar apenas os resultados e não desenvolve a capacidade de se arriscar, experimentar e, eventualmente, até de fracassar. Ela chega a achar que tanta sabedoria é inata, eterna e suficiente. Sabe-se, também, […]

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você gritaria isso no pátio

Você gritaria isso no pátio?

Desde que o mundo é mundo, as pessoas brigam. Desde que o mundo é mundo, as pessoas discutem. Desde que o mundo é mundo, as pessoas discordam. Desde que o mundo é mundo, as pessoas falam mal, falam demais, falam besteira, se arrependem, se descabelam, pedem desculpas. E, desde que o mundo é mundo, a humanidade segue em frente com toda essa confusão.

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como incentivar o esporte na pré-adolescência

Como incentivar o esporte na pré-adolescência

Basta trocar o semestre que a turma aqui em casa quer trocar as atividades extracurriculares. Quem faz natação quer tênis, quem faz judô quer atletismo, quem faz tênis quer futebol. E lá vai a mãe ensandecida tentar conciliar agendas, vontades e orçamentos. É enlouquecedor. Na teoria, sei que experimentar faz bem. Uma criança de 9 anos não precisa – nem deve – escolher um esporte e praticá-lo o resto da vida. Crianças querem conhecer outras modalidades, querem testar suas capacidades, querem praticar o esporte que estiver em evidência e, claro, querem estar com os amigos durante as atividades. Isto posto, é do óbvio que, ao longo da infância, elas vão passar por este troca-troca diversas vezes. Até aí, tudo certo – faz parte do jogo e acontece na maioria das casas. Nos Estados Unidos, por exemplo, onde cerca de 20 milhões de crianças se matriculam em algum esporte de competição todos os anos, 70% delas abandonam a atividade antes de chegar à adolescência. As causas variam, mas há um fator predominante: elas simplesmente perdem o interesse. A excitação de estrear a saia plissada para a aula de tênis ou o quimono novo passa num piscar de olhos.

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carta para a adolescência

Uma carta para a adolescência (e para a vida)

Outro dia minha filha convidou umas amigas para um passeio e depois uma pizza. Os pais deixaram as meninas na minha casa e as buscaram no restaurante. Não teve confusão. Não teve bagunça. Não teve atrito entre elas. Mas teve falta de educação. Com exceção àquelas que frequentam minha casa há mais tempo, a maioria das meninas chegou sem cumprimentar, jantou sem agradecer e partiu sem se despedir. Quando comentei com minha filha que aquele comportamento era inaceitável, ela disse: ‘mãe, cumprimentar, agradecer, despedir, é coisa do seu tempo’.

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quando você vira mãe velha na festa

Quando você vira mãe velha na festa

Você sonha em ter filhos amigos. Você planeja tê-los por perto sempre, conversando, confidenciando, trocando segredos. Quando ainda são pequenos, eles também sentem o mesmo. Querem você perto, de corpo e alma. Eles querem você no banho, na mesa, na hora de dormir. Eles brigam com os irmãos para sentar ao seu lado no cinema, para segurar sua mão na rua, para ficar na cadeira mais perto da sua no avião. Eles querem seu colo. Seu ombro. Seus ouvidos. Se desse, eles talvez quisessem voltar para dentro de você. E você curte, se estressa, mas curte. Até chegar o dia no qual você se dá conta que virou “mãe velha na festa”.

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