Comportamento

violência entre casais adolescentes

Violência entre casais adolescentes. Sim, existe!

Violência contra a mulher não deve ser aceita ou ignorada jamais. É chocante, é horrível e é inaceitável. Mais chocante ainda é saber que ela não ocorre apenas com adultos, em relacionamentos longos e desgastados. A violência está presente também em namoros de adolescentes. Nos Estados Unidos, fevereiro é o mês da Conscientização e Prevenção da Violência entre Casais Adolescentes. Lá, as estatísticas mostram que 1 em cada 10 adolescentes já foi maltratada pelo paquera/namorado. Isso mostra o quanto a violência entre casais adolescentes é comum  e como o assunto merece nossa atenção.

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turbilhão entre a infância e a adolescência

O turbilhão entre a infância e a adolescência

Ela bate o pé quando quer algo, fala alto para defender ideias, grita para se impor com os irmãos, argumenta incansavelmente para ganhar mais liberdade, mais autonomia, mais independência. Essa é minha filha mais velha, com 13 anos de idade. Quem a ouve pensa estar diante de uma adolescente de 15 anos. Tem coerência, tem rapidez no raciocínio, tem uma fala articulada. Diante disso – e com dois irmãos mais novos -, eu a vejo grande. E a trato como uma pessoa grande. E muitas vezes me esqueço que estou diante de uma criança. O Estatuto da Criança e do Adolescente não concorda. Para ele, quem tem doze anos completos já é adolescente. Ah, só no papel! E na ambivalência, quando sentimentos e ideias opostos, mas igualmente intensos, ocupam a mesma pessoa.

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pré-adolescentes em férias

Pré-adolescentes em férias: é divertido!

Existem cem anos entre os 11 da Estela e os 13 da Lara. Sempre existiram. Lara é mocinha, reservada, séria. Estela é brincalhona, sarcástica, palhacinha. Lara gosta de livros românticos e histórias de terror. Estela curte uma comédia, uma tiração de onda, uma boa risada. Lara é profunda, discute a relação, cobra posições, quer chegar à razão. Estela quer ser feliz, certa ou errada. Lara usa preto e cinza para não ser percebida. Estela faz mix de estampas e ainda lasca uma flor no cabelo. Lara tem poucas amigas, todas de longa data. Estela tem uma turma unida para sempre, também de longa data. Lara anda calmamente. Estela pula. Lara sorri. Estela gargalha. Lara chora diante de uma Nutella. Estela se joga no ceviche. E, com tantas diferenças, Lara e Estela obviamente brigam feito cão e gato.

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como lidar com um pré-adolescente

6 dicas de como lidar com um pré-adolescente

Sempre ouvi que a adolescência é um filme de terror para os pais e que eu precisaria me preparar para anos longos, duros, ásperos dentro de casa. Estava esperando por eles. O que ninguém me disse foi que a pré-adolescência poderia ser tão ou mais dura e áspera e que bateria na minha porta e na minha cara com força total! Foi bem assim… num belo dia, me vi com essa história acontecendo dentro de casa. Demorei a me situar. Demorei a perceber que eu não era a inimiga da minha filha, que não estava sendo bombardeada propositalmente e, o mais importante, que o cenário poderia ser diferente se eu me empenhasse. Demorei a entender que eu precisava aprender como lidar com um pré-adolescente.

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a adolescência e suas implicâncias

A adolescente e suas implicâncias

Aos dois anos, ela implicou com o professor de natação e passou oito aulas de touca, maiô e óculos, na beirada da piscina. Nada a fazia entrar na água. Na época, perguntei à babá se o professor era agressivo, mal-educado ou se teria tido qualquer comportamento inadequado com a menina. A babá, mega vigilante, disse que não. O professor era atencioso e doce. Minha filha simplesmente implicou. Mal sabia eu que o futuro me reservava uma longa história da adolescente e suas implicâncias…

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felicidade se compra

Felicidade tem preço?

Todos os dias, meus filhos precisam de alguma coisa. Uma borracha colorida que apaga melhor, uma meia mais grossa para o tênis não incomodar, uma blusa mais comprida para usar sobre legging, uma capinha para o celular para… para o quê mesmo? Todos os dias, tento explicar que eles não precisam de nada, ou precisam […]

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Falo palavrão, sim!

Em um jantar com amigos, soltei uns dois palavrões ao contar um caso e fui pontualmente reprimida pela minha filha mais velha. “Mãe, menos!” Concordei com ela. Para quê tanto palavrão? Para reforçar uma ideia? Para mostrar entusiasmo? Para dar mais ênfase a uma fala?

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Antes tarde do que nunca

Quando o pediatra catalão Carlos González esteve no Brasil, para o lançamento do seu livro ‘Meu filho não come’ (Editora Timo), eu achei um pouco exagerado o espaço que ele conseguiu na mídia, justamente por ele defender teorias que para mim sempre foram óbvias, naturais e inquestionáveis Não se deve obrigar um filho a comer. […]

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