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6 coisas para NÃO fazer com sua adolescente

Quando viramos mães, sem perceber, começamos uma lista de ‘coisas a fazer’ para o bem dos filhos. Em cada fase, uma nova lista. Ainda que mentalmente apenas. Na adolescência, não poderia ser diferente. Eu entrei nessa temporada com a lista mental ‘o que fazer para me dar bem e ter uma jornada tranquila e serena com minha filha’. A questão é que, em pouco tempo, percebi que não bastava fazer coisas, elaborar teorias, moldar nossos comportamentos, ensaiar falas e afins. Às vezes, o que precisamos fazer é… não fazer. E, aqui, montei mais uma lista. Dessa vez, o que não fazer – ou desistir – para ter uma fase bacana com minha pré-adolescente e com minha adolescente. Vamos lá!

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minha adolescente é um produto para exportação

Minha adolescente, um produto para exportação

Na rua, ela é ótima! Fofa, educada, sorridente, solícita. Brinca com crianças menores, encanta idosos, conversa educada e pacientemente com os pais dos amigos. Em casa, não tolera nada. Acha a irmã infantil, o irmão mimado, a mãe injusta, o pai apaziguador demais. Briga com o porteiro, com a passadeira, com o zelador, com a própria sombra. Sou adulta. Sei todas as causas. A adolescência é uma fase turbulenta e cheia de descobertas e desafios para os jovens. Há mudanças biológicas, cognitivas e sociais, onde o foco é a busca por independência e identidade. Agradar os pais não está na lista de prioridades. Pelo menos, não da minha adolescente.

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a cidade que produziu 11 atletas olímpicos

Lições de Norwich, a cidade que produziu 11 atletas olímpicos

Americanos adoram títulos e recordes. Eles se gabam de morar na cidade com maior quantidade de árvores, de piscinas, de escolas, de igrejas. Eles brigam para ser o estado do país que mais colhe batatas, vende carros, promove corridas de rua. Na maioria das vezes, os títulos são bobos e apenas nos divertem pelo absurdo da estatística. Outras tantas, eles atraem nossa curiosidade e, até, nossa vontade de reproduzir o feito. Foi o que aconteceu quando li uma reportagem no jornal americano The New York Times. O texto, publicado na semana passada, fala o que nós, pais, podemos aprender com uma cidade que produziu 11 atletas olímpicos nas últimas décadas. Wow! Onze atletas olímpicos na mesma cidade é algo realmente impressionante.

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cigarro eletrônico

Cigarro eletrônico: a nova onda entre os adolescentes

O cigarro eletrônico, aquele que parece uma caneta e faz com que o fumante libere um montão de fumaça a cada tragada, não é novo. De uns sete anos para cá, muitos fumantes de longa data adotaram o brinquedo na tentativa de largar o vício ou reduzir o consumo do cigarro comum. O que é novidade agora é que esse vaporizador, como também é conhecido, caiu na graça da turma que nunca experimentou um cigarro de verdade, os pré-adolescentes e adolescentes.

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desejo de ser independente

O desejo de ser independente e a adolescência

A adolescência da Lara chegou com força total. Mau humor, fone no ouvido, desejo de ser independente, braveza e infantilidade. Tudo ao mesmo tempo, junto e misturado. E, o carnaval chegou com dois episódios que deixaram claro o quanto essa fase pode ser dura para os pais, mas duríssima para a adolescente. Cheia de dúvidas, medos, inseguranças e um mundo de decisões a tomar.

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violência entre casais adolescentes

Violência entre casais adolescentes. Sim, existe!

Violência contra a mulher não deve ser aceita ou ignorada jamais. É chocante, é horrível e é inaceitável. Mais chocante ainda é saber que ela não ocorre apenas com adultos, em relacionamentos longos e desgastados. A violência está presente também em namoros de adolescentes. Nos Estados Unidos, fevereiro é o mês da Conscientização e Prevenção da Violência entre Casais Adolescentes. Lá, as estatísticas mostram que 1 em cada 10 adolescentes já foi maltratada pelo paquera/namorado. Isso mostra o quanto a violência entre casais adolescentes é comum  e como o assunto merece nossa atenção.

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adolescência e os estudos

A adolescência e os estudos. Ai, ai, ai…

Meu caçula está encantado por números. Passa o dia fazendo conta. Fica realizado quando as somas de unidades viram dezenas e depois centenas. Entende a lógica da tabuada. Presta mais atenção no número nas páginas dos livros do que na história contada. Todos dizem que terá facilidade em matemática, que será engenheiro como o avô, que irá tirar os estudos de letra. Acho linda a intimidade que ele tem com os números. Mas não canto vitória quando o assunto é escola, ou melhor, quando o assunto é filho. Ou, ainda, quando o assunto é pré-adolescente e adolescente. Mãe de três em idades diferentes, vejo que filho é igual o clichê usado atualmente para falar de vídeo game: cada nova fase é mais difícil do que a passada. E cada filho precisa de uma atenção e de um estímulo diferentes. Ai, ai, ai… a adolescência e os estudos são uma prova de fogo!

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turbilhão entre a infância e a adolescência

O turbilhão entre a infância e a adolescência

Ela bate o pé quando quer algo, fala alto para defender ideias, grita para se impor com os irmãos, argumenta incansavelmente para ganhar mais liberdade, mais autonomia, mais independência. Essa é minha filha mais velha, com 13 anos de idade. Quem a ouve pensa estar diante de uma adolescente de 15 anos. Tem coerência, tem rapidez no raciocínio, tem uma fala articulada. Diante disso – e com dois irmãos mais novos -, eu a vejo grande. E a trato como uma pessoa grande. E muitas vezes me esqueço que estou diante de uma criança. O Estatuto da Criança e do Adolescente não concorda. Para ele, quem tem doze anos completos já é adolescente. Ah, só no papel! E na ambivalência, quando sentimentos e ideias opostos, mas igualmente intensos, ocupam a mesma pessoa.

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o que você precisa saber sobre a vacina contra hpv

13 fatos importantes sobre a vacina contra HPV

Mais da metade da população brasileira de 16 a 25 anos está infectada com o HPV, vírus causador do câncer de colo de útero. Ainda assim, muitas meninas (e meninos), que podem receber a vacina contra HPV gratuitamente, não se imunizam.  Estatísticas mostram que menos da metade das meninas pré-adolescentes foi vacinada. Uma das principais razões para a não vacinação é o medo de ela causar paralisia ou ser ineficiente contra o vírus, fatos mentirosos que circulam na internet. Tanto o Ministério da Saúde como a Organização Mundial da Saúde apoiam e incentivam a vacina contra HPV. Veja aqui o que você precisa saber sobre a vacina e, assim, levar seus filhos o quanto antes!

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