puberdade

6 coisas para NÃO fazer com sua adolescente

Quando viramos mães, sem perceber, começamos uma lista de ‘coisas a fazer’ para o bem dos filhos. Em cada fase, uma nova lista. Ainda que mentalmente apenas. Na adolescência, não poderia ser diferente. Eu entrei nessa temporada com a lista mental ‘o que fazer para me dar bem e ter uma jornada tranquila e serena com minha filha’. A questão é que, em pouco tempo, percebi que não bastava fazer coisas, elaborar teorias, moldar nossos comportamentos, ensaiar falas e afins. Às vezes, o que precisamos fazer é… não fazer. E, aqui, montei mais uma lista. Dessa vez, o que não fazer – ou desistir – para ter uma fase bacana com minha pré-adolescente e com minha adolescente. Vamos lá!

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minha adolescente é um produto para exportação

Minha adolescente, um produto para exportação

Na rua, ela é ótima! Fofa, educada, sorridente, solícita. Brinca com crianças menores, encanta idosos, conversa educada e pacientemente com os pais dos amigos. Em casa, não tolera nada. Acha a irmã infantil, o irmão mimado, a mãe injusta, o pai apaziguador demais. Briga com o porteiro, com a passadeira, com o zelador, com a própria sombra. Sou adulta. Sei todas as causas. A adolescência é uma fase turbulenta e cheia de descobertas e desafios para os jovens. Há mudanças biológicas, cognitivas e sociais, onde o foco é a busca por independência e identidade. Agradar os pais não está na lista de prioridades. Pelo menos, não da minha adolescente.

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cigarro eletrônico

Cigarro eletrônico: a nova onda entre os adolescentes

O cigarro eletrônico, aquele que parece uma caneta e faz com que o fumante libere um montão de fumaça a cada tragada, não é novo. De uns sete anos para cá, muitos fumantes de longa data adotaram o brinquedo na tentativa de largar o vício ou reduzir o consumo do cigarro comum. O que é novidade agora é que esse vaporizador, como também é conhecido, caiu na graça da turma que nunca experimentou um cigarro de verdade, os pré-adolescentes e adolescentes.

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turbilhão entre a infância e a adolescência

O turbilhão entre a infância e a adolescência

Ela bate o pé quando quer algo, fala alto para defender ideias, grita para se impor com os irmãos, argumenta incansavelmente para ganhar mais liberdade, mais autonomia, mais independência. Essa é minha filha mais velha, com 13 anos de idade. Quem a ouve pensa estar diante de uma adolescente de 15 anos. Tem coerência, tem rapidez no raciocínio, tem uma fala articulada. Diante disso – e com dois irmãos mais novos -, eu a vejo grande. E a trato como uma pessoa grande. E muitas vezes me esqueço que estou diante de uma criança. O Estatuto da Criança e do Adolescente não concorda. Para ele, quem tem doze anos completos já é adolescente. Ah, só no papel! E na ambivalência, quando sentimentos e ideias opostos, mas igualmente intensos, ocupam a mesma pessoa.

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o que você precisa saber sobre a vacina contra hpv

13 fatos importantes sobre a vacina contra HPV

Mais da metade da população brasileira de 16 a 25 anos está infectada com o HPV, vírus causador do câncer de colo de útero. Ainda assim, muitas meninas (e meninos), que podem receber a vacina contra HPV gratuitamente, não se imunizam.  Estatísticas mostram que menos da metade das meninas pré-adolescentes foi vacinada. Uma das principais razões para a não vacinação é o medo de ela causar paralisia ou ser ineficiente contra o vírus, fatos mentirosos que circulam na internet. Tanto o Ministério da Saúde como a Organização Mundial da Saúde apoiam e incentivam a vacina contra HPV. Veja aqui o que você precisa saber sobre a vacina e, assim, levar seus filhos o quanto antes!

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como lidar com um pré-adolescente

6 dicas de como lidar com um pré-adolescente

Sempre ouvi que a adolescência é um filme de terror para os pais e que eu precisaria me preparar para anos longos, duros, ásperos dentro de casa. Estava esperando por eles. O que ninguém me disse foi que a pré-adolescência poderia ser tão ou mais dura e áspera e que bateria na minha porta e na minha cara com força total! Foi bem assim… num belo dia, me vi com essa história acontecendo dentro de casa. Demorei a me situar. Demorei a perceber que eu não era a inimiga da minha filha, que não estava sendo bombardeada propositalmente e, o mais importante, que o cenário poderia ser diferente se eu me empenhasse. Demorei a entender que eu precisava aprender como lidar com um pré-adolescente.

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A naturalidade da primeira menstruação

A naturalidade da primeira menstruação

Quando fiquei menstruada pela primeira vez, aos 12 anos, jurei para mim mesma que nunca mais sairia do banheiro. Depois de algumas horas, já fora do banheiro, jurei que nunca contaria o ocorrido à minha mãe. No dia seguinte, com minha mãe já ciente do fato, jurei que usaria absorvente e moletom na cintura todos os dias da minha vida para não ser pega de surpresa. Piscina? Esquece! Casa de amiga? Nunca mais. Contar para o meu pai? Ja-mais. Só de pensar nisso, ficava com as bochechas ardendo em fogo. Trinta anos depois, venho por meio deste texto confirmar o que minhas filhas me mostram várias vezes ao dia: os tempos mudaram. Até quando o assunto é a primeira menstruação. E, isso não significa que seja para pior.

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quando você vira mãe velha na festa

Quando você vira mãe velha na festa

Você sonha em ter filhos amigos. Você planeja tê-los por perto sempre, conversando, confidenciando, trocando segredos. Quando ainda são pequenos, eles também sentem o mesmo. Querem você perto, de corpo e alma. Eles querem você no banho, na mesa, na hora de dormir. Eles brigam com os irmãos para sentar ao seu lado no cinema, para segurar sua mão na rua, para ficar na cadeira mais perto da sua no avião. Eles querem seu colo. Seu ombro. Seus ouvidos. Se desse, eles talvez quisessem voltar para dentro de você. E você curte, se estressa, mas curte. Até chegar o dia no qual você se dá conta que virou “mãe velha na festa”.

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